Eu sempre fui dramática de mais, ao extremo o bastante, mas
você sabia me acalmar, colocar meu corpo e minha mente em uma sintonia leve. Eu
cresci com uma vontade de correr o mundo, mas quando estava com você, nadar na
cama já era o suficiente. Eu sei, eu tenho um jeito durona que convence bem,
que eu sou marrentinha como você diz, mas meu coração fica mole quando você vem
ao pé do meu ouvido e fala eu te amo com essa sua voz rouca. E sabe que eu
perco o chão quando você me olha com esse seu olhar de safado, quando estamos
dormindo e você me puxa porque colado é distante demais e é difícil até ficar
com raiva de você, até nas discussões você abre esse sorriso lindo e pronto, me
ganha. E eu perco o chão, o ritmo, os
sentidos. Meu corpo vai ao encontro do seu como se esse fosse o único caminho
que ele sempre fez. Abrir os olhos de manhã e logo pensar em alguém para mim
não era normal, me tornei alguém diferente ao longo do tempo. Hoje eu me peguei
falando com todas as letras eu coloco
minha mão no fogo por ele, e quer saber? Realmente hoje eu coloco. É impossível
alguém entrar na sua vida, mudar tudo, romper todas as barreiras, segurar sua
mão no escuro, ultrapassar todos os limites e simplesmente está só brincando.
Até porque brincar é coisa de menino e basta olhar nos seus olhos para
perceber, que você não é mais isso, não é mais os erros, os tropeços, os
buracos é o caminho seguro que eu quero seguir.
Ron Bugado
Lançado em 2021 e dirigido por Sarah Smith e Jean-Philippe Vine, Ron Bugado foi uma coprodução da 20th Century Studios, pertencente à The Walt Disney Company, com o estúdio britânico Locksmith Animation. Talvez pelo período de seu lançamento, quando ainda vivíamos as incertezas da pandemia, o filme não tenha alcançado o faturamento esperado para uma produção da Disney e acabou sendo visto por muitos como um fracasso. O que, de certa forma, nos faz refletir: afinal, o que realmente define o que é ou não um sucesso? Algo semelhante aconteceu com o filme Elementos, que funciona como uma metáfora sobre imigração, preconceito e a experiência de ser filho de imigrantes, inspirada na vida do diretor Peter Sohn, mas essa já é conversa para outro post. Talvez por não ter tido um grande desempenho nas bilheterias, só conheci o filme no início de 2026. Ele surgiu “por acaso”, entre as recomendações, depois de eu reassistir a uma animação do Studio Ghibli. Eu estava sem grandes expectativas; s...

Adorei seu blog! To te seguindo, me segue tb.
ResponderExcluirhttp://belezararaepura.blogspot.com.br/
bjs
Maturidade é uma benção... crescer é maravilhoso
ResponderExcluirOi amei o se blog e ainda mais o seu texto, achei muito lindo e sinceramente se encaixou em tudo que estou sentindo hoje em dia. Parabéns pelo blog, muito fofo *-*
ResponderExcluirBeijinhos*
Lôh Alves'
www.essenciapink.wordpress.com