Duas amigas que decidiram em 2010 se aventurar pelo mundo dos blogs, e estão por aqui até hoje buscando maneiras criativas para se encarar a realidade. Vocês poderão encontrar por aqui coisas interessantes e úteis e outras não tão úteis assim.
Sintam-se à vontade para se juntarem nessa aventuta!
Esfiha é aquele tipo de receita que parece ser mais difícil do que realmente é. Conhecida como um prato típico árabe, a esfiha foi desenvolvida na Síria e difundida pelo Líbano; depois, para outros países até chegar aqui no Ocidente. Depois de testar várias receitas, uni o que mais gostei nas minhas favoritas em uma só e cheguei a essa combinação que cá estou compartilhando com vocês. Uma das melhores coisas dessa receita é que se você tem intolerância a ovo, lactose pode consumir tranquilamente, pois para seus preparo não vai esses ingredientes na massa. Outra vantagem é que não precisa deixar horas descansando e sovar muito. INGREDIENTES Massa: 1 colher (sopa) açúcar 1 colher (sopa) fermento biológico ½ xícara de água morna ¼ de óleo de girassol ou soja 1 colher (chá) de sal 2 xícaras de farinha de trigo ½ cebola Recheio: 1 xícara de proteína de soja texturizada ou 400g de Carne Moída 1 tomat...
Foto: rawpixel | Magnific Estamos naquela linha tênue entre o ontem, o agora e o amanhã. Giro a taça entre os dedos enquanto procuro coragem para falar. Talvez seja a bebida falando um pouco mais alto, mas vou sentir muita falta de vocês. Sonhei tanto com esse momento que, agora que ele chegou, tudo o que eu mais quero é um pouco mais de tempo. É só agora que a realidade me alcança: amanhã deixaremos de ser apenas nós. Talvez esta seja a nossa última noite juntos antes que tudo mude para sempre. A partir de amanhã passaremos a ser o que o mundo irá nos enxergar: uma médica, um advogado, um professor, uma jornalista... e alguém que ninguém sabe exatamente o que faz, mas que certamente deve ganhar muito dinheiro. Espero que nunca esqueçamos que somos muito mais do que as profissões que escolhemos exercer. Espero que ainda exista tempo para conversar sobre amenidades, ouvir músicas duvidosas até quase romper os tímpanos e dançar, cada um à sua maneira, tentando deixar do lado de fora...
Lembro de ouvir minha avó dizer à minha mãe: — A gente não cria os filhos para si. Cria para o mundo. Na época, eu não entendia o que aquilo significava. Mas me lembro do olhar cansado de minha mãe respondendo que vovó não entendia, que os tempos agora eram outros. Por muito tempo essa memória permaneceu quieta dentro de mim. Até que, em uma manhã aparentemente comum, aquelas palavras atravessaram meu pensamento logo nas primeiras horas do dia. E, antes mesmo de compreender por quê, a lembrança dos olhos cansados de minha mãe voltou inteira para mim. Ela dizia que minha avó não entendia. Hoje, sou eu quem não entende. Será que algum dia entenderemos de verdade o que significa amar alguém e, ainda assim, prepará-lo para partir? A frase me acompanha enquanto meu corpo muda e a vida segue acontecendo. É uma presença silenciosa, quase delicada, como o som da brisa agitando as folhas das árvores lá fora. Ainda assim, há algo nela que me assusta. Principalmente agora, quando acaricio minha b...
Depois de uma tempestade catastrófica, Cora sai de casa com Maia, sua filha de nove anos, para registrar o filho recém-nascido. Seu marido, Gordon, um respeitado médico na cidade, mas uma presença aterrorizante e controladora em casa, quer que o filho receba seu nome, mantendo assim a tradição de sua família. Mas, quando a funcionária do cartório pergunta a Cora que nome quer dar ao bebê, ela hesita... Sete anos depois, o filho, que recebeu o nome de Bear a pedido da irmã, encara uma catástrofe muito mais terrível que a tempestade do dia anterior ao registro de seu nascimento. Ou será que ele se chama Julian, nome escolhido por Cora, convencida de que isso o libertaria de toda a ligação com o pai cruel? Ou, quem sabe, seu nome seja Gordon, tendo herdado do pai o nome e a brutalidade? Esta é a história de Bear, Julian e Gordon, três versões de uma vida definida por uma simples escolha com todas as ramificações que ela pode desencadear. Esta é a história de uma família e de um amor capaz...
Foto de Sen Is not a man Existe um momento em que você começa a se questionar se vale realmente a pena e, se valer, vale para quem? Enquanto a pergunta ecoa em minha mente, observo um arranjo floral ao lado da janela, iluminado pelos raios de sol que, aos poucos, vão se despedindo. E me dou conta de que não sou assim tão diferente dele. Aquelas flores, ainda que permaneçam belas e alegrem o ambiente, uma vez arrancadas pela raiz e afastadas de tudo aquilo que as nutre, irão murchar aos poucos, até que não reste nada além de um resquício do que um dia foram. Eu tentei fugir, me afastar, mas essa nunca foi a resposta, não é mesmo? Eu queria saber o que havia do outro lado, mas o medo do que eu poderia encontrar me paralisou. Eles diziam que era normal e, sem ter nenhuma outra referência, eu acreditei. Normalizei aquelas afirmações e as tomei como parte de mim, sem me dar conta de quanto eu perdia no processo. Então percebo que não quero mais continuar abrindo mão de mim, das minhas raíze...
Oie Maria Clara, tudo bem? Gostei da listinha :)
ResponderExcluirVoltei com um dos blogs "Meu amor paquistanes" e o "Muslimah Fashion" volta em breve totalmente repaginado :)
bjiimm e otima semana
http://meuamorpaquistanes.blogspot.ie/