Tudo bem se o tempo passou, se ontem foi terça e não nos
vemos, era o nosso dia na semana de esquecer o mundo. Tudo bem se você já encontrou companhia melhor
para escutar música alta no seu carro, na verdade nunca gostei das suas músicas,
gostava daquela sensação de ter um momento único com você. Foi triste descobrir que você tinha-os com
outras pessoas, na verdade foi triste mesmo não ter tido coragem para admitir que
tudo ali era invisível. Que você era só um cara, e como qualquer outro cara,
não era verdadeiro. Nem as suas
palavras, aquela rosa do jardim da minha vizinha que você me deu e nem você eram
real, tudo fruto de uma ingênua imaginação. Mas tudo bem, porque aquele seu tênis
sujo, sua calça desbotada e sua falta de coração não combinavam comigo, e muito
menos aquela sua mania de achar que todo mundo é bobo demais perto de você. Porque boboca era você, que mesmo não sentindo
nada, abria a boca para falar eu te amo. Que mesmo não se importando ligava no
meio da noite pra saber se eu estava melhor da garganta, boboca era você que
com tanto amor preferiu a solidão. E eu mesmo já estando calejada, obrigava o
meu coração a ter um pingo de esperança, mas tudo bem por que hoje eu vejo além
do que eu podia imaginar, e para quem era cega isso é o paraíso, ou melhor, um
porto seguro. Meu coração só é ferido
por que eu permitir entrar nele.
Os Nomes
Depois de uma tempestade catastrófica, Cora sai de casa com Maia, sua filha de nove anos, para registrar o filho recém-nascido. Seu marido, Gordon, um respeitado médico na cidade, mas uma presença aterrorizante e controladora em casa, quer que o filho receba seu nome, mantendo assim a tradição de sua família. Mas, quando a funcionária do cartório pergunta a Cora que nome quer dar ao bebê, ela hesita... Sete anos depois, o filho, que recebeu o nome de Bear a pedido da irmã, encara uma catástrofe muito mais terrível que a tempestade do dia anterior ao registro de seu nascimento. Ou será que ele se chama Julian, nome escolhido por Cora, convencida de que isso o libertaria de toda a ligação com o pai cruel? Ou, quem sabe, seu nome seja Gordon, tendo herdado do pai o nome e a brutalidade? Esta é a história de Bear, Julian e Gordon, três versões de uma vida definida por uma simples escolha com todas as ramificações que ela pode desencadear. Esta é a história de uma família e de um amor capaz...

Que lindo! *-*
ResponderExcluirBeijo,
www.estanteseletiva.com
Adorei o texto e o novo visual do blog, simplesmente lindoo!
ResponderExcluirbeijos,
minhaspequenasverdades.blogspot.com.br
Amei a nova cara do blog, esta lindo
ResponderExcluirE o post esta muito bom
Beijos
Boas festas *-*
@pocketlibro
pocketlibro.blogspot.com.br
obrigada, realmente o blog ficou lindo!
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