Pra quem não sabe, nem nunca ouviu falar, a palavra em inglês Heartless, significa: sem coração, cruel, impiedoso..e entre outros adjetivos ''maldosos''. Pra nós mulheres, que temos o coração partido diversas vezes, e acontece de algumas dessas vezes, partido pela mesma pessoa, sabemos bem que essa palavra ainda que em outro idioma, pode significar mais além. O nosso problema é que nos entregamos demais. Ou será que isso é a vantagem? Vai saber. Encontramos o amor da nossa vida quase todo ano, e logo depois percebemos que não passava de mais uma ilusão. Nós mesmas que tratamos de agir pra que sonhemos além da realidade. Mas porque afinal, parece que tudo conspira contra nossos amores? São as redes sociais, é o celular que toca em horas indesejadas, é a falta de assunto, é a falta de coragem também. Pensa que acabou? Ainda tem muito mais... tem a falta de intimidade, a falta de conversa e o pior de tudo e todos: a falta de confiança. Dái podemos tirar outra palavra em inglês que pode explicar isso tudo: Without = Sem/Falta, mas isso já é assunto pra outro post. O que eu quero trazer pra vocês, é que na história de vida da gente, tudo o que vem e vai é sempre uma forma de nos transformar, de nos fazer aprender. Enquanto os ''impiedosos'' que rondam a nossa vida e vão continuar habitando nosso espaço até a eternidade, eu só tenho uma coisa a dizer: sabemos amar, mas, mais ainda, aprender a desamar quem não nos acrescenta, pois fazer falta é uma coisa, ser necessário é outra totalmente diferente.
Ron Bugado
Lançado em 2021 e dirigido por Sarah Smith e Jean-Philippe Vine, Ron Bugado foi uma coprodução da 20th Century Studios, pertencente à The Walt Disney Company, com o estúdio britânico Locksmith Animation. Talvez pelo período de seu lançamento, quando ainda vivíamos as incertezas da pandemia, o filme não tenha alcançado o faturamento esperado para uma produção da Disney e acabou sendo visto por muitos como um fracasso. O que, de certa forma, nos faz refletir: afinal, o que realmente define o que é ou não um sucesso? Algo semelhante aconteceu com o filme Elementos, que funciona como uma metáfora sobre imigração, preconceito e a experiência de ser filho de imigrantes, inspirada na vida do diretor Peter Sohn, mas essa já é conversa para outro post. Talvez por não ter tido um grande desempenho nas bilheterias, só conheci o filme no início de 2026. Ele surgiu “por acaso”, entre as recomendações, depois de eu reassistir a uma animação do Studio Ghibli. Eu estava sem grandes expectativas; s...

Nossa acho q toda mulher conhece essa palavrinha mesmo! E como ela machuca hein,já tive uma fase da minha vida definida com essa palavra ! Mas já passou!
ResponderExcluirBeijos
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