Com suas ilustrações charmosas e palavras acolhedoras, Kim Suhyun alcançou milhões de leitores –– incluindo Jung Kook, do grupo de k-pop BTS –– que encontraram inspiração em sua jornada de amor-próprio. Aqui ela apresenta uma lista que irá guiar você em sua própria aventura, incluindo conselhos como:
- Não seja educado com quem não é educado com você;
- Lembre-se de que a vida de ninguém é perfeita;
- Não se deixe afetar pelo que os outros dizem;
- Você não precisa se dar bem com todo mundo.
Em um mundo onde parece impossível se sentir bom o suficiente, é fácil se comparar e se julgar com base em parâmetros nada realistas. Neste livro, Kim Suhyun oferece orientação e encorajamento para que você se celebre e se sinta confortável sendo quem você é.
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Decidi viver como eu mesma é um livro curto, daqueles que a gente lê em poucas horas. No entanto, Kim Suhyun aborda temas que nos convidam a desacelerar e refletir. Ou seja, apesar de ser uma leitura rápida, é uma obra que se aproveita melhor quando lida com calma, como uma conversa com uma amiga querida: a conversa flui de forma leve, o tempo passa sem que a gente perceba, e tudo é tão agradável que chega a ser difícil se despedir.
Se você não limpar a lente da sua câmera, o mundo sempre parecerá embaçado.
Com a onda coreana iniciada nos anos 1990 e, posteriormente, com a popularização dos k-dramas, muitas pessoas passaram a romantizar a vivência no país. Aqui, porém, Kim nos apresenta sua visão sobre a vida a partir de tudo o que aprendeu — e precisou desaprender — ao nascer e crescer em uma sociedade que prioriza o coletivo e impõe uma forte cobrança pela excelência. Ainda que de forma breve, ela nos oferece um contexto que ajuda a compreender por que as coisas são como são.
Os costumes dessa sociedade transformam as histórias de terror em discursos inspiradores e a violência em honra.
Ao acompanhar seus relatos, percebemos que, apesar das diferenças geográficas, culturais, políticas e econômicas, muitos sentimentos e situações são universais. Suas palavras acompanhadas de ilustrações simples, mas poderosas acolhem o leitor de maneira sutil, quase como um sussurro: está tudo bem, eu sei que parece difícil, mas confie em mim — eu já passei por isso, e as coisas vão melhorar. Não é fácil escolher viver como nós mesmas, mas vale muito a pena tentar.
Se o mundo impõe a você uma forma "correta" de ser, você precisa questioná-la. Não tente alcançar metas irracionais e não se culpe por não seguir valores nos quais não acredita.
Decidi viver como eu mesma é um abraço em forma de livro, uma experiência que funciona como um lembrete de que não estamos sozinhas, e de que, apesar das dificuldades, não há nada mais gratificante do que viver respeitando quem somos e celebrando aquilo que nos torna únicas. É aquele tipo de livro ao qual podemos recorrer quando as coisas ficam difíceis, para recuperar o fôlego e a inspiração necessários para continuar. Não é à toa que é um livro indicado pelos integrantes do BTS; quem é fã ou conhece o trabalho dos meninos vai entender essa recomendação.

Que delícia de resenha pro que parece ser uma delícia de livro!
ResponderExcluirQue importante tudo isso de TAMBÉM olhar pro individual em um lugar tão focado no coletivo... Eu adorei! Fiquei pensando mil coisas antes mesmo de ler o livro!