Tudo começou quando meu coração gritava em silêncio, pedia
socorro. Nenhuma palavra podia sair da minha boca, era proibido sentir. Eu que
sempre fui de falar, não podia. Então vi naquele caderninho de páginas amarelas
a solução para aliviar, a oportunidade de colocar tudo para fora, para ver se
fazia sentido. Mas as frases saiam incoerentes, refletia a situação do meu
coração. Era tão imaturo, o sentimento e os textos. Fui vendo o mundo com
outros olhos, vivendo outras coisas, amando outros amores e tudo refletia nas
palavras que eu escrevia quando queria aliviar. Cada texto um desabafo, cada
palavra uma parte de mim, meus textos sou eu, o que sinto ou como vejo o mundo.
Encontrei aqui a melhor forma de falar o que não podia ser falado, a melhor e
mais bonita forma de demonstrar que amo, me encontrei quando comecei a amar a
escrever. Hoje o caderno tem páginas cor de rosa e continua sendo o meu
refúgio, para onde eu vou quando o coração esta lotado. Peguei histórias alheias
para inspiração, já falei de mim, falei de você também, tem gente que não faz
ideia que já foi parte de um texto meu e tem uns que já se identificam de
cara. É tudo o que vivo e vejo. A maneira que eu encontrei para traduzir
sentimentos.
Os Nomes
Depois de uma tempestade catastrófica, Cora sai de casa com Maia, sua filha de nove anos, para registrar o filho recém-nascido. Seu marido, Gordon, um respeitado médico na cidade, mas uma presença aterrorizante e controladora em casa, quer que o filho receba seu nome, mantendo assim a tradição de sua família. Mas, quando a funcionária do cartório pergunta a Cora que nome quer dar ao bebê, ela hesita... Sete anos depois, o filho, que recebeu o nome de Bear a pedido da irmã, encara uma catástrofe muito mais terrível que a tempestade do dia anterior ao registro de seu nascimento. Ou será que ele se chama Julian, nome escolhido por Cora, convencida de que isso o libertaria de toda a ligação com o pai cruel? Ou, quem sabe, seu nome seja Gordon, tendo herdado do pai o nome e a brutalidade? Esta é a história de Bear, Julian e Gordon, três versões de uma vida definida por uma simples escolha com todas as ramificações que ela pode desencadear. Esta é a história de uma família e de um amor capaz...

Concordo com cada palavra sua, escrever é simplesmente perfeito, a gente começa a ver o mundo com outros olhos mesmo. E ainda tem pessoas que não entendem o porquê de gostarmos de escrever -' De: Adolescente Para: Adolescente
ResponderExcluirAwn que lindo, cara, diz exatamente como me sinto com as palavras. É uma necessidade, um desabafo, uma relação de segredos.
ResponderExcluirAdorei >.<
Att, Line
putmerd.blogspot.com
Escrever é uma experiência simplesmente incrível! É liberdade, é viajar, é poder mostrar o jeito que você vê o mundi...
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