Dez coisas que nós fizemos (e provavelmente não deveríamos)

segunda-feira, novembro 11, 2013

Dez coisas que nós fizemosSinopse: Se tivesse a oportunidade, que adolescente de 16 anos não mergulharia de cabeça na chance de ir morar com um amigo e viver sem os pais? Nesta engraçadíssima história, Sarah Mlynowski investiga o coração e a mente de uma garota que está, pela primeira vez, por conta própria. Para chegar ao fim do ano, ela precisará fazer malabarismos com um triângulo amoroso, aprender a lavar roupa e aceitar que seu mundinho pode estar prestes a ser detonado… por cada coisa que não deveria ter feito.
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Quem nunca se imaginou morando com as amigas longe das regras dos adultos, podendo aproveitar o melhor que a adolescência pode oferecer?  Acho que 9 em cada 10 meninas já pensou nisso não é mesmo? Então no livro 10 coisas que nós fizemos (e provavelmente não deveríamos) April uma adolescente de 16 anos tem essa oportunidade e acompanhamos todos os acontecimentos que a levaram a essa situação e as aventuras e desventuras que acontecem em meio essa nova realidade. 

Dois garotos seminus na sala de estar. Um usando uma tiara. Mais garotos seminus nos quartos. Garrafas vazias de bebida alcoólica e copos jogados. E a mãe de Vi em lugar nenhum. Eu era uma princesa morta. - página 10

April teve sua vida mudar drasticamente quando seus pais se divorciaram e sua mãe foi embora para França, ela teve a escolha de ir, porém resolveu ficar com o pai por medo de abandonar sua vida, seus amigos e seu namorado Noah. Algum tempo depois ela se vê no mesmo dilema, seu pai irá se mudar e ela terá de ir junto, porém ela e Vi ( uma de suas melhores amigas) bolam um plano para que ela não tenha que ir embora, pelo menos não até o final do ano letivo.  Apesar do plano parecer improvável de se tornar realidade as coisas dão certo, e saem melhores que o imaginado pelas garotas. 
Imaginei que era necessário perdoar quando se podia, seguir em frente quando não era possível e amar a família e os amigos por quem eles são, em vez de puni-los por quem não são. - página 325


Sarah tem uma escrita envolvente no deixando nós leitores tão próximos da história que é como se estivessem vivendo cada momentos daqueles alternado as experiencias com os personagens em destaque.   Em alguns momentos tive vontade de dar uns tapas em April para ela acordar para realidade, deixar de ser uma garota mimada e aprender a dar mais valor para as coisas e pela família que ela tem. 
Às vezes você não precisa do raio para começar uma fogueira. Às vezes ela começa sozinha. - página 327 

No livro a autora aborda assuntos com primeira vez, as primeiras festas e porres, as responsabilidades de quem mora longe dos pais e mostra que liberdade é boa quando bem aproveitada e que as vezes as regras não são tão ruins, assim como as broncas dos pais.  O livro como já disse antes é bem agradável e envolvente o início pode parece meio confuso e até um pouco cansativo por conta disso, mas não desistam. Força e foco que vai valer a pena chegar até o final e quando chegar lá vai ficar com aquela sensação de "mas já?" e vai desejar que o livro tivesse algumas páginas a mais. 

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3 comentários

  1. Oi amore, tudo bem?
    Amei esse livro, tenho 16 anos e é impossível não se identificar né? Claro que já tive meus devaneios de morar com as amigas (ainda tenho) pra cursar faculdade em outro país, ir pra baladas e tudo mais... Hoje sou mais tranquila, rsrs
    Sem dúvidas, anotada a dica!

    Beijos
    http://www.estantedasfadas.com.br/

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  2. Fiquei curiosa, preciso ler *-*

    www.quasequedezoito.com

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  3. Own... quero ler!

    Beijinhos

    www.burguesinhas.com.br

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